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Neste Blog você encontrará: Aulas, planos, notícias, atividades para Educação Infantil e Atividades para Ed. Fundamental para imprimir

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AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 4º E 5º ANO COM GABARITO

Avaliação diagnóstica para o 3º bimestre de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências para o 4º e 5º ano do Ensino Fundamental. Material riquíssimo produzido pela equipe da SEDUC – Goiás. Já vem com cartão resposta. Contempla o conteúdo do 3º bimestre. 

Segue também os arquivos dos gabaritos e avaliação comentada.




Fonte: DESAFIOS DA SALA DE AULA
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Planos de aula sobre para ser usado no dia do Índio

No dia 19 de abril é um bom dia para fazer uma reflexão  sobre os povos originários do nosso país.  Sabemos que esse dia não deve ser o único momento para  conversar sobre os indígenas, esse é um momento para planejar atividades e discussões específicas a esse respeito. 

Há opções para Educação Infantil, Língua Portuguesa, História e Ciências

Veja os planos logo abaixo:Boa Aula!

Educação Infantil

Amplie o repertório da turminha com a brincadeira da onça, um jogo originário de uma comunidade indígena brasileira, os Panará, conhecidos como índios gigantes.
Nesta atividade, os pequenos conhecerão o maracá, um instrumento musical usado em expressões culturais ligadas à música de diferentes povos indígenas. Ela compõe uma sequência de cinco planos que exploram a musicalidade indígena.
Este plano faz parte da sequência indicada no plano anterior. Nele, uma canção do povo Krenak é o ponto de partida para uma brincadeira sobre receber visitas com muita dança.
No final da sequência de atividades, convide a turma a compartilhar tudo o que aprenderam  sobre os povos indígenas com os colegas de outras salas.

Língua Portuguesa

A primeira aula de uma sequência de 15 sobre lendas indígenas introduz o tema para os alunos, fazendo-os enxergar os indígenas como produtores de cultura.
Use uma lenda do povo Saterê Mawé para refletir sobre a substituição de substantivos e pronomes no texto.

História

Converse sobre a diversidade de povos no Brasil, com foco nas referências sobre os povos indígenas.
Veja como os Mawés explicam a origem do guaraná e converse com a turma sobre as narrativas míticas dos povos indígenas e modos de organização das sociedades indígenas no passado e no presente.

Ciências

O conhecimento sobre as plantas e o poder de suas substâncias circula entre as comunidades indígenas, passando de geração a geração. Reflita sobre o tema com a turma e coloque-os para fazer a experiência de retirar substâncias de plantas de maneiras diferentes.
Fonte: Nova Escola
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O CURRÍCULO DE HISTÓRIA NA TERCEIRA VERSÃO DA BNCC

A terceira versão da Base fundamenta os objetivos de aprendizagem para toda a Educação Básica sintetizando-os em 10 competências gerais que perpassam todos os componentes curriculares. Estas, por sua vez, devem estar articuladas às competências específicas de História (9 no total). São essas competências que devem nortear o trabalho do professor e referenciar suas escolhas metodológica e avaliações. 


Em relação aos temas propriamente ditos, eles estão organizados em unidades temáticas que se dividem em objetos de conhecimento que, por sua vez, destacam as habilidades a serem tratadas. Apresentamos, a seguir, nossa leitura crítica a respeito do currículo de História da terceira versão da BNCC. 

História – 4º ano 

A BNCC contempla o ensino de História desde o 1º ano com a construção do sujeito, o reconhecimento do “Eu”, do “Outro” e do “Nós”. No 3º e 4º ano, introduz-se a noção de lugar em que se vive e são analisados processos mais longínquos na escala temporal. É nesse ponto que encontramos a seguinte norma, para o 4º ano:


É fácil perceber os gigantescos saltos temporais propostos: da origem do homem (3,5 milhões de anos, se considerar desde o Australopitecos afarensis), daí para o povoamento da América (40-60 mil anos atrás), saltando-se, em seguida, para os séculos XVII e XVIII (diáspora africana) e chegando aos tempos atuais. Uma vertigem cronológica que os alunos do 4º ano serão submetidos exigindo-lhes uma capacidade de abstração impossível nessa faixa etária. Por outro lado, espera-se do professor um malabarismo metodológico para situar tempos e espaços diferentes, alinhavar e distinguir processos históricos diversos! 

Além disso, a habilidade exigida (EF04HI09) é um delírio academicista! O que se pretende com essa habilidade? Identificar as motivações dos processos migratórios do Australopitcus afarensis, do Homo habilis, do Homo erectus, do Homem de Neandertal e do Homo sapiens? Avaliar o papel desempenhado por essas migrações nas regiões de destino? Baseando-se em qual bibliografia?

 Objeto e habilidade são totalmente inadequados para a faixa escolar e deveriam ser suprimidos da Base.

 História – 5º ano

 A unidade temática “Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social” traz o seguinte objeto de conhecimento e habilidade:


O conceito de Estado já é um tema árido e complexo para as séries finais do Ensino Fundamental. Para o 5º ano, fase do pensamento concreto, é completamente inadequado. A aprendizagem precoce acaba forçando um ensino convencional que apela à memorização cristalizando definições que destroem a criatividade e a curiosidade – fundamentais para ampliar o conhecimento e o pensamento científico.

 Melhor seria suprimir o objeto e habilidade do 5º ano ou transferi-los para um ano posterior.

 História – 6º ano

 Para o 6º ano, a Base propõe um currículo já bem conhecido pelos professores: o saber histórico, noção de tempo e periodização, origem do homem, Antiguidade e Idade Média. A diferença está nos temas priorizados, na articulação entre eles e nas habilidades exigidas.

 Há ausência de grandes temas como a Pré-História, o Mundo Helenístico, o Islã e o Império Bizantino. Eles não estão sequer sugeridos no currículo do 6º ano. 

Ainda mais preocupantes são os saltos temporais que obrigarão o professor a um extenuante trabalho para evitar que o aluno faça associações anacrônicas temerárias. É o que examinamos abaixo.


Falar sobre as origens da humanidade e, para o mesmo objeto, dar destaque aos povos indígenas e quilombolas (EF06HI04) é exigir do aluno do 6º ano um contorcionismo intelectual-cognitivo, submetendo-o a uma vertigem cronológica (como já apontamos para o 4º ano) – isso em uma fase que o aluno mal iniciou o desenvolvimento da noção de tempo histórico. 

Como evitar o anacronismo que essa esdrúxula associação temporal induz? E, ainda, a aproximação entre temas tão distantes no tempo pode induzir a racismo e preconceitos. Basta pensar nas imagens que certamente vão ilustrar esses temas: o desenho de um hominídeo de aparência simiesca e a foto de quilombolas e indígenas – ilustrações que podem provocar leituras subliminares fortemente racistas. Enfim, deve-se suprimir ou reelaborar a habilidade e/ou o objeto.


O objeto “Povos da Antiguidade” inclui os povos pré-colombianos da América. Considerando a habilidade EF06HI05 que menciona “formas de registro”, deduz-se que se trata dos maias e, talvez, dos astecas. Ficam de fora os incas. O objeto reúne Egito Antigo, Mesopotâmia e América – esta última separada por cerca de 4000 anos de história das duas outras. Caberá ao professor resolver esse desafio temporal e, ao aluno, esforçar-se por compreender. Quanto à tradição oral dessas sociedades, fica a dúvida se o descritor se refere às respectivas mitologias. 

Para o objeto seguinte, sobre o Ocidente Clássico, a habilidade EF06HI05 estabelece: “discutir o conceito de Antiguidade Clássica, seu alcance e limite na tradição ocidental, assim como os impactos sobre outras sociedades e culturas” – uma reflexão que antecede o estudo da própria Antiguidade Clássica. Espera-se que o aluno do 6º ano sem qualquer conhecimento prévio sobre o assunto, discuta um conceito e seu alcance sobre outras sociedades! Como ele o fará? 

Já a unidade temática “Lógicas de organização política” apresenta uma lacuna que dará muito trabalho ao professor.


As habilidades para essa unidade temática (EF06HI07, 08, 09 e 10) referem-se à Grécia e Roma. Sobre as formas de organização política na África, não há habilidade. Restará ao professor o trabalho investigativo de buscar modelos de reinos, impérios, cidades-estados e sociedades linhageiras na África que estejam estabelecidos pela pesquisa historiográfica e sejam consensuais entre os historiadores. 

História – 7º ano 

A Base propõe para o 7º ano a Idade Moderna abrangendo o Humanismo, Renascimento, Reformas religiosas, expansão marítima, conquista e ocupação das Américas (portuguesa e espanhola), escravidão moderna, tráfico de escravos terminando com a emergência do capitalismo. Inclui, também, saberes dos povos africanos e pré-colombianos, e formas de organização das sociedades ameríndias. 

A primeira unidade temática tem um título ambicioso: “O mundo moderno e a conexão entre sociedades africanas, americanas e europeias”. Vejamos como isso se coloca nos objetos e habilidades.


Os objetos de conhecimento priorizam as ideias de Modernidade e de Novo Mundo – dois conceitos que deverão ser trabalhados antes que o aluno aprenda o que é Idade Moderna e como a América se encaixa nesse período. Como já aconteceu no 6º ano, espera-se que o aluno explique e compreenda conceitos sem qualquer conhecimento prévio dos processos históricos e da historiografia que os construíram. 

A habilidade EF07HI02 é desanimadora: carregada de termos genéricos, ela repete o que já está no título da unidade temática e não esclarece que conexões e interações devem ser identificadas. Se a habilidade não é clara e objetiva ela deixa de ser uma habilidade para se tornar uma retórica vazia. 

A unidade temática “Organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial americano”, abrange a formação das monarquias europeias, a conquista e a colonização da América. Ali encontramos o seguinte objeto e respectivas habilidades:


O objeto “Resistências, invasões e expansão na América portuguesa” além de bastante genérico é o único que se refere especificamente ao período colonial brasileiro (outro objeto, tratará da escravidão e do tráfico de escravizados). Talvez o título do objeto deixe subentendido as rebeliões e resistências coloniais (Mascates, Emboabas, Confederação dos Tamoios, Quilombo dos Palmares etc.), as invasões holandesa e francesa, as missões jesuíticas e a exploração das drogas de sertão.

 Contudo, as habilidades EF07HI11 e EF07HI12 limitam-se à ocupação do território – questões extremamente pontuais que não dão conta do processo de colonização do território. Não há uma linha sequer, na Base do 7º ano, sobre economia canavieira, mineradora, tropismo, organização administrativa da colônia, sociedade, arte e cultura colonial etc. 

História – 8º ano

 Para o 8º ano, a Base estabelece um conteúdo mais extenso que se estende do final do século XVIII ao final do século XIX: Iluminismo, revoluções inglesas, Revolução Industrial, Revolução Francesa, Conjurações Mineira e Baiana, Independência dos Estados Unidos, Revolução de São Domingo, Independência do Brasil, Primeiro Reinado, Período Regencial, Segundo Reinado, Nacionalismo europeu, imperialismo, partilha da África e Ásia, darwinismo e racismo. 

A abordagem desses conteúdos enfatiza a ocupação do território e a expansão das fronteiras, aspectos populacionais e conformações territoriais, resistências, conflitos e disputas políticas. Assim, estão mencionados, entre outros, a organização política e social no Brasil de 1808 a 1822, as rebeliões regenciais, as questões de fronteira e a Guerra do Paraguai, revoltas de escravizados, políticas de extermínio indígena. 

Algumas habilidades são bem pontuais como a EF08HI06 que destaca os conceitos de Estado, nação, território, governo e país ao tratar a Independência dos Estados Unidos da América.

 Para trabalhar a “Nova ordem econômica e as demandas do capitalismo industrial”, a habilidade é tão somente: “Reconhecer os principais produtos utilizados pelos europeus procedentes da África do Sul, do Golfo da Guiné e de Senegâmbia (EF08HI21) – um assunto facilmente ilustrado por uma tabela. 

O 8º ano apresenta uma forte ênfase sobre temáticas envolvendo os indígenas e os escravizados, bem como as resistências das populações locais ao imperialismo na África e Ásia e as relações entre as ideologias raciais e o determinismo. Mas nada fala sobre o papel das lideranças africanas no tráfico de escravizados como foi, por exemplo, o caso de Benin.

 Alguns temas exigirão muita preparação do professor por serem conteúdos pouco presentes no ensino de História, como é o caso da noção de tutela dos grupos indígenas.


Para discutir a noção de tutela dos grupos indígenas (EF08HI11) o professor precisará investigar a legislação imperial referente às populações indígenas, como a Lei de 1831 e o Decreto no. 426, de 1845 e, possivelmente, seus desdobramentos na Lei de Terras de 1850 (que também é objeto de conhecimento do 8º ano). 

Entram, portanto, temas novos e, em contrapartida, desapareceram temas tradicionalmente presentes no ensino de História do 8º ano como o movimento operário, os socialismos, as transformações tecnológicas e sociais da Segunda Revolução Industrial, a emergência de novas potências no século XIX, a economia cafeeira e suas conexões com os países industrializados e o movimento republicano no Brasil.

 História – 9º ano 

O 9º ano abrange todo século XX e quase nada do século XXI. Os temas referentes à História do Brasil e os da História Geral são tratados em unidades separadas, o que difere dos anos anteriores e até mesmo dos conteúdos tradicionalmente tratados nos livros didáticos que integram História do Brasil e Geral. Assim, temos as seguintes unidades temáticas: 

  • O nascimento da Republica no Brasil e os processos históricos até metade do século XX (da proclamação da República à Era Vargas) 
  • Totalitarismos e conflitos mundiais (da I Guerra Mundial à formação da ONU) 
  • Modernização, ditadura civil-militar e redemocratização: o Brasil após 1946 (do governo JK à Constituição de 1988) 
  • A história recente (Guerra Fria, Revoluções Chinesa e Cubana, descolonização na África e Ásia, processo de globalização)
 A História do Brasil e a História Geral tratadas em blocos separados vão exigir mais trabalho do professor que quiser contextualizar os eventos nacionais no cenário internacional. Mas talvez a Base não esteja interessada em uma história integrada já que as habilidades listadas são, em grande parte, específicas e pontuais. Assim, por exemplo, para a Era Vargas a única habilidade exigida é “identificar e discutir o papel do trabalhismo como força política, social e cultural no Brasil” (EF09HI05). A ditadura civil-militar limita-se às resistência e violação dos direitos humanos incluindo a questão indígena (EF09HI18, EF09HI19 e EF09HI20) sem qualquer conexão com a Guerra Fria e as ditaduras latino-americanas.

 A História do Brasil chega ao processo de democratização com a mobilização da sociedade e termina na promulgação da Constituição de 1988. Os trinta anos seguintes, marcados por tensões políticas, inflação galopante e transformações sociais, foram suprimidos. Um período riquíssimo do ponto de vista pedagógico no qual o aluno poderia estabelecer conexões entre sua história familiar e a história do país, mas que simplesmente não existe na base curricular. O ano em que o aluno nasceu, está fora da história.

 A História Geral avança no século XXI, porém com temas e habilidades tão genéricas e abrangentes que não referenciam o que o professor deve destacar em sala de aula. Veja o quadro abaixo.


Conclusão 

A terceira versão da BNCC apresentou melhorias em relação às versões anteriores. Mas ainda padece de equívocos, inadequações, lacunas, generalidades e questões pontuais discutíveis que precisam ser revistas. 

Há descompassos entre os objetos de conhecimento e as habilidades: ou estas não correspondem aos objetos ou estão genéricas demais. Outras são pontuais que pouco favorecem reflexões e análises significativas. Há ainda muitos objetos “soltos” para os quais não há habilidades específicas. 

A Base comete saltos temporais capazes de provocar vertigens cronológicas além de forçar aproximações de tempos históricos diferentes que induzem a anacronismos perigosos.

 Exige do aluno pensamento abstrato analítico quando ele ainda está operando no pensamento concreto. Obriga-o a discutir conceitos sem que ele possua conhecimentos prévios para compreende-los. 

A terceira versão suprimiu temas e conteúdos o que compromete a compreensão de processos históricos. 

A História do Brasil encerra-se na década de 1980 eliminando toda história nacional contemporânea. Perde-se assim, a possibilidade do aluno estabelecer conexões de sua história familiar com a história brasileira mais recente. A Base não esclarece que temas priorizar na história mundial pós-Guerra Fria. 

Finalmente, percebe-se que o currículo de História, nessa versão da Base, apresenta um forte viés político. Os objetos e habilidades dão destaque à uma história de migração populacional, formação de fronteiras, legislação, ocupação territorial, organização política, conflitos e resistências. Não se trata, porém, de uma História política tradicional, isto é factual – événementielle – com seus fatos, datas e conhecidos atores. 

O currículo orienta-se mais na linha da Nova história política que entende o poder como um tipo de relação social concebido como de natureza plural – os poderes – e que abrangem os saberes (enquanto poderes), as instituições (supostamente) não políticas, as práticas discursivas, os imaginários sociais, a memória coletiva. Assim, os conceitos exigidos nessa versão são: Estado, cidadania, império, nação, país, território, governo, escravidão, servidão, trabalho livre, Antiguidade Clássica, Mundo Novo, Modernidade. 

Ficaram de fora conceitos como monarquia(s), República, poder, imperialismo, colônia entre outros que não estão destacados nas habilidades. 

A terceira versão não trouxe, também, qualquer alusão à interdisciplinaridade, perdendo-se uma oportunidade ímpar de apontar no currículo das diversas disciplina os temas que poderiam facilitar conexões e aproximações interdisciplinares. Tampouco os temas transversais foram contemplados na terceira versão da BNCC. Questões de gênero e protagonismo feminino são mencionados timidamente e uma única vez, no 9º ano.


Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/curriculo-de-historia-na-terceira-versao-da-bncc/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues

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CAPAS DE CADERNO ED. FUNDAMENTAL

Professores,Estamos disponibilizando algumas capas para os cadernos de seus alunos.

Capas de Disciplinas: Capas de português, matemática, história, geografia, ciências, capas de caderno de atividades para casa, produção de texto, artes e língua portuguesa. Além de capas para caderno de recados e caderno de tarefas.

A maioria retirado do Blog Dani Educar.















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MODELO DE PLANEJAMENTO ANUAL 2018 - 5º ANO ED. FUNDAMENTAL


PLANO ANUAL 5º ANO


Português
Objetivo Geral

Desenvolver um trabalho cujo enfoque principal seja o uso da linguagem oral (fala e escuta), da linguagem escrita (leitura e produção escrita de textos), considerando a análise e reflexão sobre a língua e linguagem no processo ensino-aprendizagem.


Desenvolver a capacidade de:
 Participar de situações de intercâmbio oral;
 Planejar e participar de situações de uso da linguagem oral;
 Apreciar textos literários;
 Selecionar textos de acordo com o propósito de sua leitura;
 Utilizar recursos para compreender ou separar dificuldades de compreensão durante a leitura;
 Reescrever ou produzir textos de autoria utilizando procedimentos de escritor;
 Revisar textos em parceria com os colegas;
 Revisar textos do ponto de vista ortográfico.
Conteúdo
 Texto instrucional
 Texto jornalístico
 Texto científico
 Contos de fada, fábulas, poesias, lendas, mitos, crônicas, artigo de opinião, paródias, história em quadrinhos, anúncios e propagandas, carta/bilhetes/e-mail, trava língua, adivinhas e parlendas.
Produção de texto
 História (criada, reproduzida, fábula, em quadrinhos, partindo de gravuras, continuada...), Quadrinhas, Poesias (com rima e sem rima), Receita, Dissertações, Slogan, Livros, Descrições, Biografias, Bula, Narração, Propaganda, Música, Lista de compras;
 Carta, bilhete, telegrama, convite, anúncio, pesquisa, entrevista, diálogos, narração de filmes.
 Uso da vírgula, ponto final, ponto de interrogação, ponto de exclamação.
 Leitura silenciosa, oral, em grupos.
 Ficha de leitura: oral e escrita.
 Interpretação oral, escrita e com desenhos.
 Alfabeto, encontro vocálico, ditongo, tritongo, hiato, classificação quanto ao número de sílabas, sílaba tônica, substantivos, artigos, flexão dos substantivos (número, gênero e grau, singular e plural, masculino e feminino, aumentativo e diminutivo), adjetivo, numeral, pronomes, verbos, advérbios.
 Acento agudo e circunflexo, acentuação de oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, encontro consonantal, dígrafos, hífem, uso do cedilha.
Uso do dicionário para pesquisar palavras com letras: g ou j, as, es, is, os, us, r/rr/r brando, x/ch, lh/li, nh/ni, ga, gue, gui, go, gu, ce, ci, se, si, ca, que, qui, co, cu, ar, er, ir, or, ur, xz, xs, l/u, ã, ão, am, na, m antes de p e b, s, ss, ç.
 Pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, educação sexual, ética,
Metodologia
 Contar história aos alunos para que façam a reprodução da mesma.
 Ouvir histórias em Cds.
 Apresentar histórias em quadrinhos no retro-projetor e depois sugerir que criem a sua história.
 Apresentar em folha fotocopiada um desenho que dê uma idéia de história com início, meio e fim.
 Fornecer material para o aluno com o início da história, o meio e o fim e ele deverá continuar estas partes.
 Escrever palavras para que delas o aluno crie uma história.
 Um grupo faz as palavras e outro faz as rimas. Depois da volta ao’ grupo inicial, criar um texto poesia com rimas.
 Apresentar vários exemplos de poesias sem rimas para que o aluno leia e possa criar.
 Criar quadrinhas e versinhos em datas comemorativas, como dias das mães, pais, criança, etc.
 Explicar como se faz uma dissertação usando argumentos corretos, dando sua opinião.
 Fazer comentários partindo de gravuras.
 Estatuto da criança e do adolescente.
 Produzir receitas de comida, chá... contendo “ingredientes” e modo de preparo, também para melhorar o Brasil.
 Trabalhos em grupo.
 Experiência.
 Entrevista.
 Apresentar bulas de remédios e pedir para que os alunos criem bulas: com indicações, modo de usar, precauções...
 Criação de livros com ilustrações.
 Gincana das melhores produções.
 Aula na biblioteca e depois fazer a ficha de leitura escrita do livro que leu.
Descrever: objetos, animais, pessoas, bairro, município, estado (todos com ilustrações).
 Apresentar biografias: do próprio aluno, do pai, da mãe, de autores de livros...
Narrar histórias e escrevê-las, filmes, jogos de futebol, novela, programas de TV...
 Música: cantar, trocar a letra, criar novas músicas; Karaoquê; Cantos didáticos.
 Fazer propagandas de comércio, da escola, de produtos, outdoors.
 Criar slogans que tenham mensagens para conscientizar o povo brasileiro.
 Fazer lista de compras dos alimentos que a família consome durante um mês, pesquisar os preços e comparar com o salário mínimo.
 Partes de uma carta, bilhete, telegrama, convite, etc.
 Escrever carta ao amigo, e-mail.
 Carta cifrada.
 Escrever carta para empresas elogiando a criação de algum produto.
 Levar as cartas até o correio para que possam ser enviadas.
 Criar bilhete para um vizinho, professora, amigo, mãe...
 Correio na escola.
 Escrever convites para festa de aniversário, páscoa, criança, etc.
 Criar anúncios: observar os anúncio em jornais e criar anúncios de vendas, compra, aluguel.
 Pesquisa sobre o animais em geral: onde vivem, como se alimentam...
 Elaborar perguntas e entrevistar colegas, pessoas idosas do bairro, etc.
 Diálogos com pessoas.
 Partindo dos textos criados, escolher os melhores para fazer parte de um livro.
 Uso da sala de informatica.
 Dramatizações.
 Leitura silenciosa, crítica, argumentativa, em duplas, em grupos, gincana de leitura, leitura de jornais, revistas, dos textos criados pelos alunos, de textos informativos de livros, cartazes, pesquisas, ficha de leitura oral, leitura cantada de frases (em voz baixa, média e alta), com pontuação. Jogral, análise dos textos.
 Discussões orais dos textos, compreensão dos textos lidos, interpretação oral e escrita, leitura e interpretação das entrelinhas do texto, argumentação, entendimento e extrapolação dos textos.
 Uso do dicionário, retirar do texto as palavras como: substantivos, verbos...
Exposição de cartazes, exercícios, atividades de fixação, ditado, criação de frases, etc.
 Cartazes com regras de ortografia, ditados de palavras, pesquisa nos textos das palavras estudadas, exercícios de fixação, gincana no quadro, batata quente.
 Fazer a correção dos textos criados no quadro coletivamente e no caderno.
Recursos
 Livros didáticos e paradidáticos.
 Meios de comunicação audiovisuais.
 Revistas, jornais, folhetos e propagandas.
 Biblioteca
 Sala de informática
 Estudo do meio
Avaliação
 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto incial, quanto processual e final.
Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.


Matemática
Objetivo geral
Desenvolver um trabalho cujo enfoque principal considere os cinco blocos temáticos: números, operações, espaço e forma, grandeza e medidas e tratamento da informação.
Desenvolver nos alunos a capacidade de:
 Empenhar-se na realização das atividades propostas, utilizando todo o conhecimento construído quando se requer a resolução de situações problema;
 Expor suas dúvidas e reconhecer a necessidade de rever o que ainda não aprendeu;
 Utilizar-se de estratégias pessoais para resolver determinado problema, dispondo-se a expor suas idéias;
 Interagir, estabelecendo uma postura de escuta atenta para entender as explicações do professor e/ou colega;
 Formular argumentos, expondo-os a fim de que sejam validados ou refutados pelos colegas, avançando cada vez mais na linguagem matemática;
 Reconhecer tanto os seus avanços quanto a necessidade de continuar aprendendo.
Conteúdo
 Origem dos números;
 Numeração egípcia;
 Numeração romana;
 Sistema de numeração decimal (comparar com outros sistemas);
 Números pares e ímpares;
 Ordem crescente e decrescente;
 Antecessor e sucessor;
 Valor posicional;
 Idéia de número e numeral;
 Leitura e escrita de numerais;
 Composição e decomposição de números;
 Números ordinais;
 Operações fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão;
 Prova real;
 Expressões numéricas;
 Sentenças matemáticas;
 Situações problema envolvendo as 4 operações;
 Dobro, triplo, quádruplo, quíntuplo, sêxtuplo;
 Múltiplos e divisores;
 Sistema monetário brasileiro - Real e centavos de real;
 Formas de uso do dinheiro;
 Números irracionais;
 Frações - noção, problemas, adição, subtração, multiplicação e divisão;
 Porcentagem;
 Sistema de medidas:
 medidas de tempo, de comprimento, de massa, de capacidade, de superfície, de áreas;
Geometria: noções fundamentais – retas, semi-retas, linhas abertas e fechadas, tipos de triângulo, quadrilátero, circunferência, o círculo, sólidos geométricos, gráficos e interpretação de dados.
Metodologia
 Trabalhos em grupo e individual;
 Leitura
 Pesquisa
 Dramatização
 textos informativos
 contagem em grupos
 Exercícios
e atividades de fixação
 Jogos
 escrita de números
 exercícios com situações problema
 trabalho com fotocópia do dinheiro (Real)
 Entrevistas
 Preenchimento de cheques
 Leitura e escrita dos valores
 Gincanas
 Uso de instrumentos de medida (uso de litro, réguas calendário, relógio, balança para trabalhar medidas)
 Construir retas e semi-retas
 Calcular a superfície (escola, casa, etc)
 Criar situações problema com os assuntos estudados
 levantamento de informações
 Registro de dados
Riscussões
 Troca de idéias
 Produções de texto
 Interpretar dados partindo da realidade (tabelas, gráficos, etc)
Avaliação
 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto inicial, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.

Geografia
Objetivos
 Reconhecer e comparar o papel da sociedade e da natureza, na construção d diferentes paisagens urbanas e rurais brasileiras;
 Reconhecer e compreender algumas das consequências das transformações causadas pela ação do homem;
 Reconhecer, refletir e utilizar as tecnologias da informação, da comunicação e dos transportes na configuração de paisagens e na contrução da vida em sociedade;
 Utilizar a linguagem cartográfica, observando a necessidade de indicação de direção e distância, orientação e proporção para garantir a legitimidade;
Adotar uma atitude responsável em relação ao meio ambiente reinvindicando o direito de todos a uma vida plena num ambiente preservado e saudável;
 Conhecer e valorizar os modos de vida de diferentes grupos sociais, como se relacionam e constituem o espaço e a paisagem no qual se encontram inseridos.
Conteúdos
 O espaço urbano e o espaço rural;
 Os transportes e as comunicações;
 A dinâmica da natureza;
 A população e as regiões do Brasil.
 Mapas
Metodologia
 Uso do quadro;
 Criar conceitos coletivamente, textos informativos, debates, questionamentos;
 Desenhos da casa, do caminho de casa à escola;
 Entrevista, fotografias antigas e atuais;
 Linha do tempo;
 Criação de mapas do município e do estado com legendas;
 Localização da cidade, Estado, regiões e país;
 Mapas ;
 Confecção de mapas;
Anotações, atividades, jogos;
 Pesquisas;
 Localizar no mapa as principais atividades produtivas agrárias e pecuária;
 Relacionar as principais atividades econômicas;
 Estudos em grupos, diálogos, exercícios, leitura, cartazes em grupos, brincadeiras.
Avaliação
 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto inicial, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.


História

Objetivos
 Reconhecer relações sociais
 Reconhecer a existencia de diversas fontes históricas e necessidades de marcar a passagem no tempo e espaço
 Reconhecer a importania da participação das pessoas em movimentos populares, sociais, políticos e ambientais

Conteúdo
 A formação do povo brasileiro: indígenas, africanos, europeus e asiáticos. A importância da biografia e da narrativa histórica;
 A história da vida pública no Brasil, sob uma perspectiva cronológica, do Brasil colonial aos dias de hoje;
 Descobrimento;
 Colonização;
 Mineração;
 Trabalho escravo;
 Café;
 Independência
 República;

Metodologia

 Exploração oral;
 Pesquisas dirigidas sobre os temas, levantamento de questões, relatos e registros de informações;
 Desenhos, recortes e colagens;
 Propor questionamentos, informar sobre dados desconhecidos e organizar pesquisas e investigações;
 Criar conceitos coletivamente, textos informativos, debates, questionamentos;
 Relacionar as principais atividades econômicas com o desenvolvimento social e cultural de cada período histórico;
 Estudos em grupos, diálogos, exercícios, leitura, cartazes em grupos, brincadeiras.
 Linha do tempo;
 Uso de recursos midiáticos

Avaliação
 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto inicial, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.




Ciências

Objetivos
 Compreender e ampliar conhecimentos sobre o Universo, o Sistema Solar e o Planeta Terra;
 Reconhecer e identificar os componentes: ar, água e solo no Planeta Terra;
 Reconhecer a necessidade de preservarem ambientes e de recuperar os que já foram destruídos;
 Compreender as necessidades vitais dos seres humanos, relacionando a necessidade de alimentos para o sustento, desenvolvimento, manutenção e obtenção de energia para o corpo;
 Identificar comportamentos de higiene física, mental e social, fundamental para o estado de saúde.
Conteúdo
 Universo e Sistema Solar;
 Planeta Terra;
 Solo, ar e água;
 Meio ambiente e preservação ambiental;
 Poluição;
 Corpo humano e seus sistemas.

Metodologia
• Exploração oral;
• Discussão de pesquisas;
• Levantamento de questões;
• Reflexão e discussão em grupo;
 Relatos de experiências pessoais;
 Projetos de estudos;
 Seqüências de atividades;
 Estudo de textos;
 Experimentos ;
 Uso de recursos midiáticos.

Avaliação
 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto inicial, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.
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AVALIAÇÕES: 1º BIMESTRE - 5º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

Educadores,

Estamos no final do primeiro bimestre, e é hora de avaliarmos nossos alunos.
Para isso, estou postando modelos de avaliações de Matemática, Ciências, História/Geografia, Língua Portuguesa e Produção de texto.
Caso queira baixar é só clicar no link abaixo.


Se gostou do blog ou das atividades, deixe seus comentários no próprio blog ou em nossas redes Sociais.


Boa Aula.

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Avaliações - Língua Portuguesa - história/Geografia- Matemática - Ciências e Produção de Texto.

Professores Educadores.

Hoje estou postando para download avaliações do 1º bimestre 5º Ano de: 

Língua Portuguesa, Matemática,  História/Geografia, Ciências e Produção de Texto.

Baixe em um CLIQUE.

Boa Aula!

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História - Educação fundamental- atividades para o 4º e 5º ano.

Professores educadores

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Hoje estou postando algumas atividades de História.
Turma: 4º ou 5º ano.
Para baixá-las é só clicar nas imagens e salvá-las.
Boa Aula!



























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